quarta-feira, 8 de março de 2017
sábado, 26 de abril de 2014
Gentil-homem
Seu nome era José Datrino, chamado de
Profeta Gentileza (1917-1996).
Por mais de vinte anos circulou pela cidade do Rio de Janeiro com sua bata branca cheia de apliques e com seu estandarte, pregava nas praças e colocava-se nas barcas entre Rio e Niterói anunciando sem cansar: "Gentileza gera Gentileza".
Convidava a todos a serem gentis e agradecidos. Anunciava um antídoto à brutalidade de nosso sistema de relações e, sob a linguagem popular e religiosa, um novo paradigma civilizatório urgente em toda a humanidade. Só com Gentileza, dizia, superamos a violência que se deriva do "capeta-capital".
Inscreveu seus ensinamentos ligados à gentileza em 56 pilastras do viaduto do Caju, à entrada da cidade, recuperados sob a orientação do prof. Leonardo Guelman que lhe dedicou um rigoroso trabalho acadêmico, acompanhado de vídeo e um belíssimo CD-ROM com o título Universo Gentileza: a gênese de um mito contemporâneo.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Entropia espiritual
Barriga negativa...
Secar em 10 dias...
Valores da atualidade?
Menos é mais? Menos vida - mais morte.
Negação do corpo. Espírito que derrete... Buraco negro...
Para deixar de existir?
Passar em branco pela existência?
Desperdício de energia!!!
Secar em 10 dias...
Valores da atualidade?
Menos é mais? Menos vida - mais morte.
Negação do corpo. Espírito que derrete... Buraco negro...
Para deixar de existir?
Passar em branco pela existência?
Desperdício de energia!!!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Mandela Day
Obrigada por ter existido neste tempo, criatura da PAZ.
Mama África e todos os seus filhos espalhados pelo mundo agradecem a sua passagem tão alegre e produtiva.
sábado, 4 de maio de 2013
Laranja Mecânica x Quântica?
"...O ser humano é dotado de vontade. E pode usá-la para
escolher entre o bem e o mal. Se só pode fazer o bem, ou só pode fazer o mal, é
uma laranja mecânica - significa que tem aparência de um organismo adorável,
com cor e suco, mas que na realidade é um brinquedo mecânico para ser
manipulado por Deus ou pelo Diabo ou (que o está substituindo cada vez mais) o
todo-poderoso Estado. É tão inumano ser totalmente bom quanto totalmente mau. O
importante é a escolha moral..." Anthony Burgess – 1962
A
condição humana, no incômodo limite entre o bem e o mal
Exclusivo: no ensaio a seguir, escrito em 1973, o autor de
'Laranja Mecânica' explica as razões de seu livro
09 de novembro de 2012 | 19h 01
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Bons Tempos ou Velhos Tempos?
Bons tempos é o que dizem as pessoas da geração de 60/70 quando lembram dos filmes, das músicas, dos livros de sua época de juventude.
Com certeza, é prazeroso ver livros adaptados para o cinema, pois as vozes tomam forma e a imaginação se concretiza em movimentos e cores.
No entanto, paralelamente a esta situação, tem havido inúmeros relançamentos de filmes, remixes de músicas, surgindo qual Fênix das cinzas, maquiados com as tecnologias atuais.
Há pessoas explicando este fenômeno: "as músicas eram bem feitas, pensadas, com letra, tinham conteúdo...", "os filmes tinham bons roteiros, bons atores, só pecavam pela falta de tecnologia".
Há um adágio que diz: "Velho, lembra; jovem, vive".
O que isso quer dizer, realmente? A geração de hoje não tem mais criatividade? A verve artística das pessoas está travada? O cérebro congelou, viciado em coisas prontas, alimentado pelo fastfood musical e cinematográfico?
Ou a mente se perdeu, vivendo somente em realidade virtuais - sustentadas por drogas físicas ou tecnológicas. Com preguiça e sem ânimo para agir no mundo real - o mundo dos desafios e das realizações. Preferindo (?) reinventar a roda.
A falta de tecnologia na época, realmente, fazia a imaginação correr solta e a mente era o limite, mas mesmo assim transformava ideias em realidade concreta.
Sim, foram bons e velhos tempos. Para quem os viveu.
Que essa geração possa um dia dizer o mesmo a respeito do seu passado. Que a preguiça seja a alavanca do seu progresso.
Com certeza, é prazeroso ver livros adaptados para o cinema, pois as vozes tomam forma e a imaginação se concretiza em movimentos e cores.
No entanto, paralelamente a esta situação, tem havido inúmeros relançamentos de filmes, remixes de músicas, surgindo qual Fênix das cinzas, maquiados com as tecnologias atuais.
Há pessoas explicando este fenômeno: "as músicas eram bem feitas, pensadas, com letra, tinham conteúdo...", "os filmes tinham bons roteiros, bons atores, só pecavam pela falta de tecnologia".
Há um adágio que diz: "Velho, lembra; jovem, vive".
O que isso quer dizer, realmente? A geração de hoje não tem mais criatividade? A verve artística das pessoas está travada? O cérebro congelou, viciado em coisas prontas, alimentado pelo fastfood musical e cinematográfico?
Ou a mente se perdeu, vivendo somente em realidade virtuais - sustentadas por drogas físicas ou tecnológicas. Com preguiça e sem ânimo para agir no mundo real - o mundo dos desafios e das realizações. Preferindo (?) reinventar a roda.
A falta de tecnologia na época, realmente, fazia a imaginação correr solta e a mente era o limite, mas mesmo assim transformava ideias em realidade concreta.
Sim, foram bons e velhos tempos. Para quem os viveu.
Que essa geração possa um dia dizer o mesmo a respeito do seu passado. Que a preguiça seja a alavanca do seu progresso.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Vírus da consciência limpa
HÁ ALGUNS POLÍTICOS QUE JÁ ESTÃO CONTAMINADOS!
QUANTO TEMPO SERÁ QUE LEVA PARA SE PROPAGAR PELA CLASSE TODA?
Em 08/10/2010
"Uma pessoa que se propõe a ser representante da população tem que cumprir sua palavra. O mau político vai me odiar. Eu sei que é difícil trabalhar num lugar
onde a maioria o odeia. Quero provar que é possível exercer o mandato
parlamentar gastando bem menos e desperdiçando menos dinheiro dos cofres
públicos."Extraído da Revista Isto é - entrevista com JOSÉ ANTÔNIO REGUFFE (Deputado federal do PDT-DF)
11/07/2011
Reguffe evitou criticas ao colega, mas afirmou que a Câmara "custa muito
mais do que deveria ao cidadão brasileiro e isso precisa mudar". "Eu
não sou melhor do que ninguém. Só estou fazendo a minha parte e honrando
o compromisso que fiz com os meus eleitores. O mandato pode ser de
qualidade custando bem menos para o contribuinte. Não vou julgar os
outros, mas acho que a população gostaria que esse dinheiro estivesse em
outras áreas."Extraído de Uol Notícias
Em 7/1/2012
Todos os deputados têm direito a uma verba
para reembolsar despesas com contas de telefone, correios, combustíveis e
consultoria. Em tese, os gastos de cada um deveriam ser parecidos, mas o
ranking de 2011 da chamada “cota de atividade parlamentar” revela um
abismo impressionante entre aqueles que esbanjam e os mais controlados. Teresa Surita, ex-mulher de Romero Jucá e irmã de Emílio Surita, do Pânico na TV, foi a campeã de reembolsos. Entre fevereiro e dezembro, gastou 361 000 reais, cerca de 32 000
reais por mês.Para se ter uma ideia do desperdício, o valor é 34 vezes o reembolsado por José Antônio Reguffe, o deputado mais econômico do primeiro ano desta legislatura. O pedetista do Distrito Federal registrou despesas de apenas 10 569 reais.
Extraído da Revista Veja
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